Presidente do TJ-AL, Fábio Bittencourt leva cidadania a 454 famílias quilombolas em Alagoas
Em uma democracia vigorosa, o Judiciário não se mede apenas pelos acórdãos que produz, mas pelas vidas que toca. Sob essa premissa, a gestão do desembargador Fábio Bittencourt à frente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) vem redefinindo o alcance do Poder Judiciário estadual, tornando-o não apenas garantidor da lei, mas presença ativa nos territórios onde a desigualdade histórica impõe barreiras invisíveis ao acesso aos direitos fundamentais.
Em março deste ano, essa marca se fez concreta nas terras da comunidade quilombola de Santa Luzia do Norte. Lá, onde o asfalto raramente chega e os serviços públicos costumam parecer miragem distante, o TJ-AL desembarcou com o projeto Justiça dos Povos Vulneráveis. Foram 454 famílias assistidas em uma ação que extrapolou o caráter burocrático: trouxe documentos, orientação jurídica, cidadania plena e, acima de tudo, o reconhecimento de uma parcela da população alagoana que, por décadas, viu o Estado como ente distante e inalcançável.
Mas o diferencial da administração de Fábio Bittencourt não estaria apenas em chegar. Está em voltar. Em uma nova incursão ao território quilombola, a equipe do Tribunal não retornou para contabilizar atendimentos ou fechar planilhas. Voltou para ouvir. Para dar voz a quem, de fato, fez daquela iniciativa algo muito maior do que números: as pessoas.
VÍDEO:
Gestão Bittencourt no TJ-AL transforma vidas ao levar Justiça à comunidade quilombola de Santa Luzia do Norte
Gestão de proximidade
Desde que assumiu a presidência do TJ-AL, o desembargador Fábio Bittencourt tem pautado sua gestão por um eixo decisivo: a humanização da Justiça. Longe de ser retórica vazia, a diretriz se materializa em atos concretos que aproximam o Judiciário dos segmentos historicamente marginalizados. A comunidade quilombola de Santa Luzia do Norte é exemplo eloquente dessa política institucional.
O projeto Justiça dos Povos Vulneráveis, conduzido pelo Tribunal, rompeu o ciclo de distância e exclusão. No lugar da burocracia inacessível, cidadania ativa. Em vez da indiferença institucional, olho no olho. Cada uma das 454 famílias atendidas não recebeu apenas um serviço: recebeu a mensagem de que a Justiça alagoana, sob nova direção, decidiu ocupar seu papel constitucional de forma integral — inclusive nas trilhas mais difíceis do estado.
Histórias que constroem políticas
O retorno da equipe ao território quilombola teve mérito duplo. Primeiro, validou as histórias de quem foi beneficiado, transformando dados estatísticos em narrativas de dignidade recuperada. Segundo, reforçou um compromisso estratégico da gestão Bittencourt: o de que a Justiça alagoana ouve antes de agir, acompanha depois de servir e constrói políticas públicas judiciais a partir da realidade social, e não de gabinetes distantes.
Porque garantir direitos, como bem define o próprio Tribunal, também é estar presente. É ouvir. É construir uma Justiça cada vez mais próxima de quem mais precisa.
Enquanto Santa Luzia do Norte comemora as portas que se abriram, o TJ-AL sob a presidência do desembargador Fábio Bittencourt segue demonstrando que é possível — e necessário — atravessar caminhos, fortalecer comunidades e transformar vidas. A Justiça, afinal, só é plena quando chega a todos.
