Jaques Wagner deixa liderança do Governo no Senado e diz que prioridade é provar inocência
O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou nesta quarta-feira que deixará a liderança do Governo no Senado Federal após uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar afirmou que a decisão foi tomada em comum acordo com o chefe do Executivo.
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| Senador Jaques Wagner se afasta da liderança do Governo e reforça apoio a Lula e Jerônimo Rodrigues |
"Acabei de ter uma ótima reunião com o presidente Lula, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no Senado Federal", escreveu Wagner em sua conta no X.
Segundo o senador, o afastamento ocorre em um momento em que pretende concentrar esforços na defesa de sua inocência diante das acusações que enfrenta no caso do Banco Master. Ele destacou que sua principal prioridade será esclarecer os fatos e manter o foco na disputa eleitoral de 2026.
"Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado", declarou.
Acabei de ter uma ótima reunião com o Presidente @LulaOficial, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no @SenadoFederal.Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do…— Jaques Wagner (@jaqueswagner) June 24, 2026
Figura histórica do Partido dos Trabalhadores na Bahia, Jaques Wagner também reforçou seu compromisso com o projeto político liderado por Lula e pelo governo baiano. Na mensagem, o senador destacou a importância da união e do trabalho coletivo para a continuidade das ações defendidas pelo grupo político.
"Juntos, com humildade e muito trabalho, renovaremos nosso compromisso com o projeto coletivo que vem mudando a Bahia e o Brasil", afirmou.
A saída de Wagner da liderança do Governo no Senado abre espaço para uma reorganização da articulação política da base governista na Casa. Até o momento, o Palácio do Planalto não anunciou quem assumirá oficialmente a função.
A decisão ocorre em meio às movimentações políticas que antecedem as eleições de 2026, consideradas estratégicas para o futuro do governo federal e das principais lideranças petistas no Nordeste.
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